Quanto custa, em resumo

O plano de saúde empresarial custa de 30% a 50% menos que o plano individual equivalente. Nas campanhas de entrada divulgadas no mercado do Rio de Janeiro, planos empresariais regionais partem de valores na casa dos R$ 90 a R$ 150 por pessoa jovem em rede regional, enquanto produtos premium com reembolso e hospitais de alto padrão podem passar de R$ 1.000 por vida. O preço exato depende de cinco fatores, detalhados abaixo, e por isso a cotação é sempre personalizada.

Valores citados são pontos de partida promocionais divulgados por operadoras e corretoras, mudam mensalmente com as campanhas e variam por município. Use-os como ordem de grandeza; o número real sai na cotação, no mesmo dia.

Os 5 fatores que definem o preço

1. Idade de cada beneficiário. A ANS define 10 faixas etárias (0-18, 19-23, 24-28, 29-33, 34-38, 39-43, 44-48, 49-53, 54-58 e 59+). Cada faixa tem um preço, e a última pode custar até 6 vezes a primeira, teto fixado pela regulação. Por isso a idade média da equipe pesa tanto.

2. Operadora e rede credenciada. Uma rede regional própria (Assim, Hapvida, NotreDame) custa uma fração de um produto com Einstein e Sírio-Libanês (Omint, Care Plus, linhas topo de Amil e SulAmérica). O segredo é pagar pela rede que a equipe realmente vai usar.

3. Coparticipação. Planos com coparticipação custam tipicamente de 20% a 30% menos na mensalidade, com o usuário pagando uma parte pequena por consulta ou exame realizado.

4. Acomodação. Enfermaria versus apartamento na internação: diferença típica de 15% a 25% na mensalidade.

5. Porte do contrato. Grupos maiores diluem risco e acessam tabelas melhores. A partir de 30 vidas, além da carência zero garantida por lei, a negociação com as operadoras fica mais agressiva.

Exemplo prático de composição

Uma empresa do Rio com 6 vidas (quatro pessoas até 33 anos e duas na faixa dos 40) tem cenários típicos assim: rede regional com coparticipação e enfermaria no piso da tabela; rede nacional intermediária sem coparticipação num degrau acima; e produto premium com reembolso no topo. Entre o piso e o topo, a diferença pode passar de 3 vezes para o mesmo grupo. É exatamente essa comparação, com números reais do mês, que a cotação entrega.

Como pagar menos sem perder cobertura

Dúvidas frequentes

Não. Cada operadora publica tabelas por região, porte e produto, que mudam mensalmente com campanhas comerciais. Por isso os valores divulgados na internet são pontos de partida, e o número real sai apenas na cotação para o seu CNPJ.
Sim, de 30% a 50% mais barato para cobertura e rede equivalentes. A diferença vem da diluição de risco do grupo e da regulação mais flexível dos contratos coletivos.
Sim. Quando um beneficiário muda de faixa etária ANS, o valor daquela vida é reajustado conforme a tabela contratada, além do reajuste anual do contrato.
Para equipes jovens e de baixo uso, geralmente sim: a mensalidade cai de 20% a 30% e o custo por uso é pequeno. Para equipes que usam muito o plano, a versão sem coparticipação dá previsibilidade.
Nada. A cotação, a comparação entre operadoras e a implantação são gratuitas: a remuneração da corretora é paga pela operadora escolhida, e o preço do plano é o mesmo com ou sem corretor.